SYNGENTA SCORE 250 EC AV

SYNGENTA SCORE 250 EC AV 0904 - 1 LT

Fungicida sistémico, indicado para combater
várias doenças em diversas culturas
Formulação / Composição
Concentrado para emulsão (EC) com 250 g/L ou 23,6% (p/p) de difenoconazol.
Grupo Químico – Triazol
Modo de Ação
O difenoconazol atua ao nível da parede celular dos fungos, inibindo a biosíntese da
ergosterol. Sistemia localizada típica dos triazóis.
A substância ativa é absorvida pelas folhas em 2 horas pelo que, passado este período de
tempo, a sua atividade não é influenciada pela pluviosidade.
O comportamento do produto é afetado por temperaturas abaixo de 10ºC.
Apresenta uma persistência de 5 dias, aos quais se deve acrescentar uma ação curativa até
5 dias. Também apresenta ação anti-esporulante.
Persistência de acção
O difenoconazol mantém-se biologicamente ativo entre 5 e 14 dias, dependendo da cultura,
da doença e das condições de pressão da mesma.
Finalidades / Condições de Utilização
Cultura Doença
Concentração
/Dose Épocas de aplicação
MACIEIRA
Pedrado
(Venturia
inaequalis)
15 mL/hL
150 mL/ha
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações
do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua
ausência realizar os tratamentos desde o
aparecimento da ponta verde das folhas, em
condições favoráveis ao aparecimento da doença.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 3 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI. No caso da macieira quando se
efetue um tratamento de combate ao pedrado
está-se a proteger simultaneamente o oídio.
Recomenda-se que alterne este produto com
outros de diferente modo de ação, como por
exemplo o CHORUS 50 WG, até ao fim da
floração.
PEREIRA Pedrado
(Venturia pirina)
15 mL/hL
Máx.150 mL/ha
PESSEGUEIRO
NECTARINA
DAMASQUEIRO
AMEIXEIRA
CEREJEIRA
Moniliose
(Monilia sp.)
30 mL/hL
Máx.300 mL/ha
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações
do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua
ausência realizar os tratamentos desde o início da
floração em condições favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
PESSEGUEIRO
DAMASQUEIRO
NECTARINA
Oídio
(Sphaerotheca
sp.)
20 mL/hL
Máx.200 mL/ha FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 2
Cultura Doença
Concentração
/Dose Épocas de aplicação
PESSEGUEIRO
NECTARINA
Lepra (Taphrina
sp.)
15 mL/hL
120-400 mL/ha
Iniciar as aplicações de acordo com as indicações
do Serviço Nacional de Avisos Agrícolas. Na sua
ausência realizar os tratamentos desde o
aparecimento da ponta verde das folhas, em
condições favoráveis ao desenvolvimento da
doença.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
OLIVEIRA
Olho de pavão
(Cycloconium sp.) 50 mL/hL
500 mL/ha
Aplicar na Primavera, ao aparecimento da doença
e em condições climáticas favoráveis. Repetir se
necessário após 2 a 4 semanas, efetuando no
máximo 2 tratamentos. Se necessário prosseguir
os tratamentos no Outono com produtos cúpricos
aprovados para a finalidade. Utilizar este produto
apenas em tratamentos de Primavera.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 tratamentos anuais, com
este ou outro fungicida do grupo DMI.
VIDEIRA
Oídio (Erysiphe
necator)
20 mL/hL
Máx.200 mL/ha
Seguir as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas, caso existam. Iniciar as
aplicações no estado de cachos visíveis e
continuar com a proteção da cultura enquanto se
verificarem condições para o desenvolvimento da
doença.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 3 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
Black-rot
(Guignardia
bidwelli)
12 mL/hL
Máx.200 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após o
aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Repetir a aplicação 14 dias depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 3 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
Doença do lenho
(Botryosphaeria
sp.)
50 mL/hL
Máx.100 mL/ha
Aplicar no estado fenológico C-D (ponta verde à
saída das folhas) usando um volume de calda de
150-200 L/ha.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 3 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
MORANGUEIRO Oídio
(Podosphaera sp.) 500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas.
Repetir a aplicação 14 dias depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
COUVE-DEBRUXELAS
COUVES DE
REPOLHO
Alternariose
(Alternaria sp.)
500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas.
Repetir a aplicação 14 dias depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI.
Mancha das
folhas
(Mycosphaerella
sp.)
ALHO-FRANCÊS
CEBOLA
Alternariose
(Alternaria sp.) 500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas.
Repetir a aplicação 14 dias depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, no
conjunto das doenças, com este ou outro fungicida
do grupo dos DMI. FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 3
Cultura Doença
Concentração
/Dose Épocas de aplicação
COUVEBRÓCOLO
COUVE-FLOR
Alternariose
(Alternaria sp.) 500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas. Repetir a aplicação 14 dias
depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, com
este ou outro fungicida do grupo dos DMI.
PEPINO Oídio
(Sphaeroteca sp.)
50 mL/hL
Máx.500 mL/ha
TOMATEIRO
Alternariose
(Alternaria sp.)
50 mL/hL
Máx.500 mL/ha
Iniciar os tratamentos no viveiro e após a
transplantação com um produto aprovado para a
finalidade, se necessário. Prosseguir os
tratamentos com SCORE 250 EC Aplicar a
intervalos de 14 dias, ao aparecimento dos
primeiros sintomas ou em condições de humidade
elevada.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais em
tomateiro, no conjunto das doenças, com este ou
outro fungicida do grupo dos DMI.
Oídio (Leveillula
sp.)
Cladiosporiose
(Cladosporium
sp.)
ALCACHOFRA Oídio (Erysiphe
sp.) 500 ml/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas. Repetir a aplicação 14 dias
depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, com
este ou outro fungicida do grupo dos DMI.
BERINGELA
MELOEIRO
COURGETTE
(ABOBORINHA)
Oídio
(Sphaeroteca sp.)
50 mL/hL
Máx.500 mL/ha
PIMENTEIRO Oídio (Leveillula
sp.) 500 mL/ha
ESPARGOS Estenfiliose
(Stemphylium sp.)
AIPO Septoriose
(Septoria sp.) 500 mL/ha
FUNCHO Ramulariose
(Ramularia sp.) 500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas. Repetir a aplicação 14 dias
depois, se necessário.
BATATEIRA
Alternariose
(Alternaria sp.) 600 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas. Repetir a aplicação 14 dias
depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações anuais, com
este ou outro fungicida do grupo dos DMI.
BETERRABA
SACARINA
Cercosporiose
(Cercospora
beticola)
500 mL/ha
Iniciar os tratamentos após o aparecimento dos
primeiros sintomas e repetir 14 dias depois.
Caso necessário, prosseguir os tratamentos com
um produto indicado para estas finalidades e com
diferente modo de ação.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações, no conjunto
das doenças, com este ou outro fungicida do grupo
dos DMI.
Ferrugem
(Uromyces betae)
Oídio (Erysiphe
betae)
Ramulariose
(Ramularia
beticola)
CENOURA
Alternariose
(Alternaria dauci)
50 mL/hL
500 mL/ha
Iniciar as aplicações imediatamente após os
primeiros sintomas. Repetir a aplicação 14 dias
depois, se necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações, no conjunto
das doenças, com este ou outro fungicida do grupo
dos DMI.
Oídio
(Sphaerotheca
fuliginea)
Cercosporiose
(Cercospora
carotea)
CRAVEIRO (EM
ESTUFA) Ferrugem
(Uromyces sp.)
50 mL/hL
500 mL/ha
Iniciar os tratamentos imediatamente após o
aparecimento dos primeiros sintomas e repetir, se
necessário.
Para evitar o desenvolvimento de resistências
realizar no máximo 2 aplicações, no conjunto
das doenças, com este ou outro fungicida do grupo
dos DMI.
GLADÍOLO
ROSEIRA
(EM ESTUFA)
Oídio (Oidium
leucoconium)
Ferrugem
(Uromyces sp.) FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 4
Alargamento de espectro para usos menores
Cultura Doenças Concentração
(mL/hL)
Condições de
utilização Requerente
Aipo (caule) Cercosporiose 50 AVAPI
A.I.H. Oeste
Alecrim (ar livre
e estufa)
Oídio 50 Iberian Salads
Alternaria 25-50
Aplicar desde as
primeiras folhas
verdadeiras, ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas. Nº
máx. de
aplicações: 2,
com intervalos
de 14 dias.
FRESH CUT,
Lda.
Alho francês Ferrugem 50 A. I. H. Oeste
Beterraba de
mesa
Oídio
Ferrugem
Cercosporiose
50 Iberian Salads
Calibrachoa Ferrugem 50 PELPOR
Antúrios Antracnose 50 D.R.A Madeira
Cebolinho Ferrugem 50 Iberian Salads
Coentros (ar
livre e estufa)
Alternaria
Oídio 25-50
Aplicar desde as
primeiras folhas
verdadeiras, ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas. Nº
máx. de
aplicações: 2,
com intervalos
de 14 dias.
FRESH CUT,
Lda.
Couve de
Bruxelas
Ferrugem
Branca 50 A. I. H. Oeste
Couve-brócolo Ferrugem branca 50 A. I. H. Oeste
Couve-flor Ferrugem
Branca
50 A. I. H. Oeste
Couve frisada Alternariose 50 A. I. H. Oeste
Couve Chinesa Alternariose 50
Nº máx de
aplicações 2,
com intervalos
de 14 dias
Frupor
Estragão Oídio 50 Iberian Salads
Hortelã Ferrugem 50 Iberian Salads
Fava Antracnose 50 AVAPI FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 5
Feno Grego (ar
livre e estufa)
Alternaria
Oídio 25-50
Aplicar desde as
primeiras folhas
verdadeiras, ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas. Nº
máx. de
aplicações: 2,
com intervalos
de 14 dias.
FRESH CUT,
Lda.
Framboesa (ar
livre e estufa) Ferrugem 40
Máximo 2
tratamentos em
pré-floração.
Lusomorango
Framboesa (ar
livre)
Oídio
Antracnose 300-400ml/ha
Iniciar os
tratamentos em
condições
favoráveis ao
desenvolviment
o das doenças.
Nº máx. de
aplicações 2
com intervalos
de 7-10 dias
SYNGENTA
Manjericão Oídio 25-50
Aplicar desde as
primeiras folhas
verdadeiras, ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas. Nº
máx. de
aplicações: 2,
com intervalos
de 14 dias.
FRESH CUT,
Lda.
Nabiça Ferrugem branca 40 C.A. Loures
Nabo Ferrugem branca 50 A. I. H. Oeste
Nabo de grelo Ferrugem branca 40 C.A. Loures
Oregãos Oídio 50 Iberian Salads
Pastinacas Oídio 50 CAMPOSOL II
Salsa (ar livre e
estufa) Alternariose 50
Tratar ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas. Máx.
2 tratamentos
C.A. Loures;
FRESH CUT
Salva Oídio 50
Máx. 2
tratamentos por
ciclo cultural
Iberian Salads
Salsa de raíz
grossa (ar livre) Alternariose 40
Máx. 2
tratamentos por
ciclo cultural
CAMPOSOL
Eucalipto
(viveiros)
Antracnose
Alternariose
Oídio
50 Syngenta
Mangueira Oídio da
mangueira 15-35
Iniciar os
tratamentos ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas na
rebentação das
folhas, flores e
frutos. Nº máx.
de aplicações 3
com intervalos
de 15-21 dias.
MADAGRO
Papaieira Oídio da
papaieira 15-25 FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 6
Plantas
ornamentais em
viveiro para a
produção de
estacas
(Verbena,
Ajania,
Poinsettia,
Pelargónio,
Begónia,
Impatiens,
Sutera,
Sanvitalia,
Diascia,
Argyranthemum,
Asteriscus,
Dália,
Crisântemo,
Dipladenia,
Aptenia,
Petunia,
Lantana,
Ipomea,
Scaevola,
Lobelia) (ar livre
e estufa)
Ferrugem
Oídio 50
Durante todo o
ano, ao
aparecimento
dos primeiros
sintomas ou em
condições
favoráveis à
doença.
Nº máx de
aplicações 2
Syngenta
Moncarapacho
Damasqueiro
Lepra
Crivado 15-30
Iniciar os
tratamentos
desde o
aparecimento da
ponta verde das
folhas, em
condições
favoráveis ao
desnvolvimento
das doenças. Nº
máx. de
aplicações 2
com intervalos
de 7-14 dias
Nespereira Pedrado 15 Syngenta
Iniciar os
tratamentos
desde o
aparecimento da
ponta verde das
folhas, em
condições
favoráveis ao
desnvolvimento
das doenças. Nº
máx. de
aplicações 3
com intervalos
de 10-12 dias
Ameixeira Oídio 20-30
Iniciar os
tratamentos em
condições
favoráveis ao
desenvolviment
o das doenças.
Nº máx. de
aplicações 2
com intervalos
de 7-14 dias FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 7
Amora (ar livre)
Oídio
Antracnose
Ferrugem
300-400ml/ha
Iniciar os
tratamentos em
condições
favoráveis ao
desenvolviment
o das doenças.
Nº máx. de
aplicações 2
com intervalos
de 7-10 dias
Proteção Integrada
Segundo a Diretiva do Uso Sustentável (Diretiva 2009/128/CE) que foi transposta para a
Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Proteção
Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumpridos esses príncipios gerais, todos
os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos
das culturas são passíveis de ser utilizados em Proteção Integrada.
Intervalo de Segurança
Cultura Intervalo de segurança (dias)
Aipo (caule) 14
Alcachofra 14
Alho francês 21
Alecrim 14
Amora 7
Ameixa 7
Batata 3
Beringela 7
Beterraba de mesa 28
Beterraba sacarina 28
Calibrachoa -
Cebola 14
Cebolinho 14
Cenoura 14
Cereja 7
Coentros 14
Couve de Bruxelas 21
Couve-brócolo 14
Couve-flor 14
Couve frisada 21
Couves de Repolho 14
Couve chinesa 21
Courgette 3
Damasco 7
Espargo 161
Estragão 14
Eucalipto (viveiros) ---
Fava 7
Feno Grego 14
Framboesa (ar livre) 7
Funcho 3
Hortelã 14
Macieira 14
Manga 7
Manjericão 14
Meloeiro 3
Morangueiro 3
Nabiça 14
Nabo 28 FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 8
Nabo de grelo 14
Nectarina 7
Nêspera 14
Oliveira 30
Oregãos 14
Papaia 3
Pastinacas 14
Pepino 14
Pereira 14
Pessegueiro 7
Pimenteiro 7
Plantas ornamentais ---
Salsa 14
Salsa de raíz grossa 14
Salva 14
Tomateiro 7
Videira 21
LMR
Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU:
http://ec.europa.eu/food/plant/pesticides/eu-pesticidesdatabase/public/?event=activesubstance.selection&language=EN


Modo de Preparação da Calda e Utilização
A calda deve ser preparada directamente no depósito do pulverizador, procedendo da
seguinte forma: colocar água até 2/3 da sua capacidade; colocar o agitador em
funcionamento; deitar a quantidade de produto necessária, após retirar o filtro da “boca” do
pulverizador; completar com o volume de água pretendido, agitando sempre.
Aplicar em pulverização, procurando uma boa cobertura dos orgãos a proteger.
Para aplicação com barra de pulverização em culturas baixas:
Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo
com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial
cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação,
respeitando as doses indicadas.
Para aplicação em culturas arbustivas e arbóreas:
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda
no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da
velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração
indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto
proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a
respeitar a dose
Precauções Biológicas
Para evitar o desenvolvimento de resistências realizar no máximo, com este ou outro
fungicida do grupo dos DMI’s:
- 3 tratamentos em macieira, pereira e videira
- 2 tratamentos nas restantes culturas.
Aconselha-se a aplicação preventiva do produto e a alternância de fungicidas de diferente
modo de ação. Não se deve aplicar este produto em locais onde se verifiquem quebras
de eficácia após aplicações repetidas com fungicidas com o mesmo modo de ação –
DMI.
Em macieira e pereira, se durante as 2 horas que se seguirem a uma aplicação do SCORE
250 EC se verificar queda de chuva, deve repetir-se o tratamento pois o produto não teve
tempo para penetrar nos órgãos vegetativos. FICHA TÉCNICA
Abril 2017 SCORE 250 EC 9
Precauções Toxicológicas, Ecotoxicológicas e Ambientais
PERIGO
? Pode ser mortal por ingestão e penetração nas vias respiratórias.
? Provoca irritação ocular grave.
? Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
? Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
? Usar luvas de proteção/vestuário de proteção/proteção ocular/proteção facial.
? EM CASO DE INGESTÃO: contacte imediatamente um CENTRO DE INFORMAÇÃO
ANTIVENENOS ou um médico.
? SE ENTRAR EM CONTACTO COM OS OLHOS: enxaguar cuidadosamente com água
durante vários minutos. Se usar lentes de contacto, retire-as, se tal lhe for possível.
Continuar a enxaguar.
? NÃO provocar o vómito.
? Caso a irritação ocular persista: consulte um médico.
? Recolher o produto derramado.
? Eliminar o conteúdo/embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.

? Pode provocar pele seca ou gretada, por exposição repetida.
? Ficha de segurança fornecida a pedido.
? Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 m
em relação às águas de superfície, em pomóideas e prunóideas.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 m
em relação às águas de superfície ou em alternativa, utilizar bicos anti-deriva que
garantam, pelo menos 90% de redução no arrastamento da calda durante a aplicação do
produto, em oliveiras. Se utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos 75% de
redução no arrastamento da calda durante a aplicação do produto, a zona não
pulverizada pode ser reduzida para 10 m.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 10 m
em relação às águas de superfície ou em alternativa, utilizar bicos anti-deriva que
garantam, pelo menos 50% de redução no arrastamento da calda durante a aplicação do
produto, em videiras.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 5 m em
relação às águas de superfície ou em alternativa, utilizar bicos anti-deriva que garantam,
pelo menos 50% de redução no arrastamento da calda durante a aplicação do produto,
nas outras culturas.
? Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas às zonas tratadas até à secagem do
pulverizado.
? Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas após a aplicação, estes deverão usar
luvas, camisa de mangas compridas, calças, meias e sapatos.
? Usar luvas e proteção ocular/facial durante a preparação da calda e a aplicação do
produto.
? Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo cuidado especial em lavar as
luvas por dentro.
? Intervalo de Segurança – 3 dias ao ar livre em batateira, courgette, funcho, meloeiro e
morangueiro; 7 dias em ameixeira, beringela (ar livre), cerejeira, damasqueiro, nectarina,
pessegueiro, pimenteiro (ar livre) e tomateiro; 14 dias em aipo (ar livre), alcachofra (ar
livre), cebola, cenoura, couve-brócolo (ar livre), couve-flor (ar livre), couve-repolho (ar
livre), pepino (ar livre), macieira e pereira; 21 dias em alho-francês (ar livre), couve-debruxelas
(ar livre) e videira; 28 dias em beterraba sacarina; 30 dias em oliveira; 161 dias
em espargo.
E

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SYNGENTA SCORE 250 EC AV

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