BASF POLYRAM DF AV 0592 - 200 GR
Polyram® DF
Fungicida indicado para o controlo de doenças da videira
(míldio e escoriose), da macieira (pedrado), da pereira
(pedrado e estenfiliose), da batateira e tomateiro (míldio),
do meloeiro e pepino (míldio) e da alface (míldio).
Grânulos dispersíveis em água (WG) contendo 70 % (p/p) de metirame
Características gerais
POLYRAM DF é um fungicida orgânico com
base em metirame, de superfície, pertencente
ao grupo dos ditiocarbamatos que actua
preventivamente (inibe a germinação de
esporos) actuando em diversos processos
metabólicos do fungo (multi-sítio)
Utilizações, concentrações épocas e
condições de aplicação
O POLYRAM® DF é um fungicida utilizado
na protecção das seguintes culturas:
Videira
Míldio (Plasmopara vitícola)- 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de 2
Kg), volume de calda 300-1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destes, iniciar
os tratamentos no estado 7 a 8 folhas.
Os tratamentos seguintes deverão ser
realizados enquanto as condições climáticas
favorecerem a doença.
A persistência biológica do POLYRAM® DF
é de 12 dias, devendo ser reduzida para
7 dias em condições de elevada pressão
da doença, e/ou rápido desenvolvimento
vegetativo da cultura.
Escoriose (Phomopsis vitícola) – 300-400g/
hl – Realizar o primeiro tratamento ao gomo
de algodão-ponta verde (rebentos até 1-2
cm de comprimento); o segundo tratamento
à saída das folhas-folhas livres (rebentos até
5 cm de comprimento), com um volume de
calda de 200-400 L/ha.
Não realizar mais de três tratamentos,
na cultura da vinha e por campanha
com POLYRAM DF ou com outro
fungicida pertencente ao grupo dos
ditiocarbamatos ( mancozebe, propinebe,
tirame, zirame).
Macieira e pereira
Pedrado da macieira e da pereira (Venturia
inaequalis e Venturia pirina), e Estenfiliose
(Stemphylium vesicarium) da pereira – 200
g/hl (correspondendo a uma dose máxima
de 2 kg/ha) com um volume de calda de 400-
1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados com
carácter preventivo, iniciando os tratamentos
ao abrolhamento (aparecimento das folhas
verdes), repetindo ao botão branco ou rosa,
à queda das pétalas, ao vingamento dos
frutos e sempre que as condições forem
favoráveis à evolução da doença.
A persistência biológica do POLYRAM® DF
é de 10 dias, devendo ser reduzida para 7
dias em condições de elevada pressão da
doença.
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos ( mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Tomateiro (ar livre)
Míldio (Phytophthora infestans) – 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 500-
1000 L/ha.
Iniciar os tratamentos no viveiro (ar livre) e após
a transplantação sempre que as condições
sejam favoráveis ao desenvolvimento das
doenças (tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM®
DF é de 7-10 dias. Em condições de forte
pressão da doença deverá ser utilizado o
intervalo mais curto (7 dias). Em tomate
destinado a consumo em fresco, o intervalo
entre tratamentos para o POLYRAM DF ou
outro fungicida pertencente ao grupo dos
ditiocarbamatos
(mancozebe, propinebe, tirame, zirame) não
deve ser inferior a duas semanas após o
início da floração.
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Batateira (ar livre)
Míldio (Phytophthora infestans) – 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 500-
1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destas, iniciar os
tratamentos sempre que as condições sejam
favoráveis ao desenvolvimento das doenças
(tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Meloeiro e pepino (ar livre)
Míldio (Pseudoperonospora cubensis) –
200 g/hl (correspondendo a uma dose de
2 kg/ ha), com um volume de calda de 1000
L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destas, iniciar os
tratamentos sempre que as condições sejam
favoráveis ao desenvolvimento das doenças
(tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha, com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Alface (ar livre)
Míldio (Bremia lactucae) – 200
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 300-
1000 L/ha.
Iniciar os tratamentos no viveiro (ar
livre) e após a transplantação sempre
que as condições sejam favoráveis ao
desenvolvimento da doença (tempo húmido
e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha, com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Precauções biológicas
Este produto pode causar sintomas de
fitotoxicidade em algumas variedades de
pêra (ex:Conference).
Consultar a indústria transformadora antes
de usar o produto em macieira, pereira
e tomateiro cuja produção se destina a
processamento industrial.
Modo de preparação da calda
No recipiente onde se prepara a calda
deitar metade da água necessária. Juntar a
quantidade de produto a utilizar e completar
o volume de água, agitando sempre. Evitar
deixar a calda em repouso.
Modo de aplicação
Aplicação em culturas arbustivas:
Calibrar correctamente o equipamento, para
o volume de calda gasto por ha, de acordo
com o débito do pulverizador (L/min), da
velocidade e largura de trabalho (distância
entrelinhas) com especial cuidado na
uniformidade da distribuição de calda.
A quantidade de produto e o volume de
calda devem ser adequados à área de
aplicação, respeitando as concentrações/
doses indicadas.
Nas fases iniciais de desenvolvimento das
culturas aplicar a calda à concentração
indicada. Em pleno desenvolvimento
vegetativo, adicionar a quantidade de
produto proporcionalmente ao volume de
água distribuído por ha, pelo pulverizador,
de forma a respeitar a dose.
Aplicação com barra de pulverização em
culturas baixas:
Calibrar correctamente o equipamento,
calculando o volume de calda gasto por ha,
de acordo com o débito do pulverizador (L/
min), da velocidade e largura de trabalho,
com especial cuidado na uniformidade da
distribuição de calda.
A quantidade de produto e o volume de calda
deve ser adequado à área de aplicação,
respeitando as doses indicadas.
Polyram® DF
Fungicida indicado para o controlo de doenças da videira
(míldio e escoriose), da macieira (pedrado), da pereira
(pedrado e estenfiliose), da batateira e tomateiro (míldio),
do meloeiro e pepino (míldio) e da alface (míldio).
Grânulos dispersíveis em água (WG) contendo 70 % (p/p) de metirame
Características gerais
POLYRAM DF é um fungicida orgânico com
base em metirame, de superfície, pertencente
ao grupo dos ditiocarbamatos que actua
preventivamente (inibe a germinação de
esporos) actuando em diversos processos
metabólicos do fungo (multi-sítio)
Utilizações, concentrações épocas e
condições de aplicação
O POLYRAM® DF é um fungicida utilizado
na protecção das seguintes culturas:
Videira
Míldio (Plasmopara vitícola)- 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de 2
Kg), volume de calda 300-1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destes, iniciar
os tratamentos no estado 7 a 8 folhas.
Os tratamentos seguintes deverão ser
realizados enquanto as condições climáticas
favorecerem a doença.
A persistência biológica do POLYRAM® DF
é de 12 dias, devendo ser reduzida para
7 dias em condições de elevada pressão
da doença, e/ou rápido desenvolvimento
vegetativo da cultura.
Escoriose (Phomopsis vitícola) – 300-400g/
hl – Realizar o primeiro tratamento ao gomo
de algodão-ponta verde (rebentos até 1-2
cm de comprimento); o segundo tratamento
à saída das folhas-folhas livres (rebentos até
5 cm de comprimento), com um volume de
calda de 200-400 L/ha.
Não realizar mais de três tratamentos,
na cultura da vinha e por campanha
com POLYRAM DF ou com outro
fungicida pertencente ao grupo dos
ditiocarbamatos ( mancozebe, propinebe,
tirame, zirame).
Macieira e pereira
Pedrado da macieira e da pereira (Venturia
inaequalis e Venturia pirina), e Estenfiliose
(Stemphylium vesicarium) da pereira – 200
g/hl (correspondendo a uma dose máxima
de 2 kg/ha) com um volume de calda de 400-
1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados com
carácter preventivo, iniciando os tratamentos
ao abrolhamento (aparecimento das folhas
verdes), repetindo ao botão branco ou rosa,
à queda das pétalas, ao vingamento dos
frutos e sempre que as condições forem
favoráveis à evolução da doença.
A persistência biológica do POLYRAM® DF
é de 10 dias, devendo ser reduzida para 7
dias em condições de elevada pressão da
doença.
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos ( mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Tomateiro (ar livre)
Míldio (Phytophthora infestans) – 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 500-
1000 L/ha.
Iniciar os tratamentos no viveiro (ar livre) e após
a transplantação sempre que as condições
sejam favoráveis ao desenvolvimento das
doenças (tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM®
DF é de 7-10 dias. Em condições de forte
pressão da doença deverá ser utilizado o
intervalo mais curto (7 dias). Em tomate
destinado a consumo em fresco, o intervalo
entre tratamentos para o POLYRAM DF ou
outro fungicida pertencente ao grupo dos
ditiocarbamatos
(mancozebe, propinebe, tirame, zirame) não
deve ser inferior a duas semanas após o
início da floração.
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Batateira (ar livre)
Míldio (Phytophthora infestans) – 200 g/hl
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 500-
1000 L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destas, iniciar os
tratamentos sempre que as condições sejam
favoráveis ao desenvolvimento das doenças
(tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Meloeiro e pepino (ar livre)
Míldio (Pseudoperonospora cubensis) –
200 g/hl (correspondendo a uma dose de
2 kg/ ha), com um volume de calda de 1000
L/ha.
Os tratamentos deverão ser realizados
com carácter preventivo, de acordo com
as indicações do Serviço Nacional de
Avisos Agrícolas. Na falta destas, iniciar os
tratamentos sempre que as condições sejam
favoráveis ao desenvolvimento das doenças
(tempo húmido e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha, com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Alface (ar livre)
Míldio (Bremia lactucae) – 200
(correspondendo a uma dose máxima de
2 kg/ha), com um volume de calda de 300-
1000 L/ha.
Iniciar os tratamentos no viveiro (ar
livre) e após a transplantação sempre
que as condições sejam favoráveis ao
desenvolvimento da doença (tempo húmido
e chuvoso).
A persistência biológica do POLYRAM® DF é
de 7-10 dias. Em condições de forte pressão
da doença deverá ser utilizado o intervalo
mais curto (7 dias).
Não realizar mais de três tratamentos, por
cultura e por campanha, com POLYRAM
DF ou com outro fungicida pertencente ao
grupo dos ditiocarbamatos (mancozebe,
propinebe, tirame, zirame).
Precauções biológicas
Este produto pode causar sintomas de
fitotoxicidade em algumas variedades de
pêra (ex:Conference).
Consultar a indústria transformadora antes
de usar o produto em macieira, pereira
e tomateiro cuja produção se destina a
processamento industrial.
Modo de preparação da calda
No recipiente onde se prepara a calda
deitar metade da água necessária. Juntar a
quantidade de produto a utilizar e completar
o volume de água, agitando sempre. Evitar
deixar a calda em repouso.
Modo de aplicação
Aplicação em culturas arbustivas:
Calibrar correctamente o equipamento, para
o volume de calda gasto por ha, de acordo
com o débito do pulverizador (L/min), da
velocidade e largura de trabalho (distância
entrelinhas) com especial cuidado na
uniformidade da distribuição de calda.
A quantidade de produto e o volume de
calda devem ser adequados à área de
aplicação, respeitando as concentrações/
doses indicadas.
Nas fases iniciais de desenvolvimento das
culturas aplicar a calda à concentração
indicada. Em pleno desenvolvimento
vegetativo, adicionar a quantidade de
produto proporcionalmente ao volume de
água distribuído por ha, pelo pulverizador,
de forma a respeitar a dose.
Aplicação com barra de pulverização em
culturas baixas:
Calibrar correctamente o equipamento,
calculando o volume de calda gasto por ha,
de acordo com o débito do pulverizador (L/
min), da velocidade e largura de trabalho,
com especial cuidado na uniformidade da
distribuição de calda.
A quantidade de produto e o volume de calda
deve ser adequado à área de aplicação,
respeitando as doses indicadas.

































































