SYNGENTA CHORUS AV 0618 -1 KG
CHORUS 50 WG
Fungicida sistémico indicado para combater os
pedrados em macieira e pereira e moniliose em
pessegueiro, nectarina, damasqueiro, ameixeira e
cerejeira
Formulação / Composição
Grânulos dispersíveis em água (WG) com 50% (p/p) de ciprodinil.
Grupo Químico – Anilinopirimidina
Modo de Ação
O ciprodinil atua ao nível da parede celular dos fungos, bloqueando a bio-síntese da
metionina, um aminoácido essencial. Trata-se de um modo de ação distinto dos fungicidas
baseados em matérias ativas de outras famílias químicas.
Sistemia localizada. Translaminar. Mobilidade interna semelhante aos triazóis.
A substância ativa é absorvida pelas folhas em 2 horas pelo que, passado este período de
tempo, a sua atividade não é influenciada pela pluviosidade.
O comportamento do produto não é afetado pelas baixas temperaturas.
No controlo dos pedrados, apresenta uma uma ação curativa de 2 dias, quando aplicado na
dose de 450 g/ha.
Também apresenta ação anti-esporulante.
Persistência de Ação
Apresenta uma persistência de ação, preventiva, de 7 a 10 dias.
Finalidades / Condições de utilização
Cultura Doenças Concentração (g/hL) Condições de utilização
Intervalo de
Segurança
(dias)
Macieira
Pedrado
(Venturia
inaequalis)
30-50 g/hL
(dose
máxima de
500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo
com as indicações do Serviço
Nacional de Avisos Agrícolas.
Na sua ausência, fazer a 1ª
aplicação ao aparecimento da
ponta verde das folhas e repetir
nos estados de botão rosa ou
de botão branco e prosseguir
até ao fim da floração, ou ao
aparecimento dos primeiros
frutos.
A persistência biológica do
produto é de 7 a 10 dias,
devendo usar o intervalo mais
curto e a concentração mais
elevada em condições de maior
pressão da doença.
Realizar no máximo 3
tratamentos, por cultura e
ano, com este ou outro
fungicida do grupo das
anilinopirimidinas.
21
Pereira
Pedrado
(Venturia
pyrina)
FICHA TÉCNICA
Dezembro 2020 CHORUS 50 WG 2
Pessegueiro
Moniliose
(Monilia
laxa e
Monilia
fructigena)
30-50 g/hL
(dose
máxima de
500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo
com as indicações do Serviço
Nacional de Avisos Agrícolas.
Na sua ausência, em condições
favoráveis à moniliose das flores
(Monilia laxa) tratar à floração e
à queda das pétalas. Para
proteção da moniliose dos frutos
(Monilia fructigena), tratar ao
vingamento do fruto e
prosseguir os tratamentos até à
maturação dos frutos em
condições favoráveis à doença.
A persistência biológica do
produto é de 7 a 10 dias,
devendo usar o intervalo mais
curto e a concentração mais
elevada em condições de maior
pressão da doença.
Realizar no máximo 2
tratamentos, por cultura e
ano, com este ou outro
fungicida do grupo das
anilinopirimidinas.
Consultar a indústria
transformadora antes de usar o
produto em fruta cuja produção
se destina a processamento
industrial.
7
Nectarina
Damasqueiro
Ameixeira
Cerejeira
Alargamento de espectro para usos menores
Cultura Doenças Concentração (g/hL) Condições de utilização Requerente
Intervalo
Segurança
(dias)
Marmeleiro Moniliose 30 – 50
Aplicar a partir da ponta
verde, quando as
condições forem
favoráveis à doença.
Nº máx. de aplicações: 3
com intervalos de 7-10
dias
APAS 21
Proteção Integrada
Segundo a Diretiva do Uso Sustentável (Diretiva 2009/128/CE) que foi transposta para a
Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Proteção
Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumpridos esses príncipios gerais, todos
os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos
das culturas são passíveis de ser utilizados em Proteção Integrada.
LMR
Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU:
https://ec.europa.eu/food/plant/pesticides_en
Modo de Preparação da Calda e utilização
Na preparação da calda deitar metade da água necessária. Juntar a quantidade de produto a
utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.
Evitar deixar a calda em repouso.
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda
FICHA TÉCNICA
Dezembro 2020 CHORUS 50 WG 3
no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da
velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração
indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto
proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a
respeitar a dose.
O CHORUS 50 WG® não é corrosivo. No entanto, depois de cada tratamento, deve-se lavar o
material de aplicação e passar várias vezes com água simples após a prévia remoção dos
bicos e dos crivos, que devem ser lavados separadamente.
Precauções Biológicas
Para evitar o desenvolvimento de resistências, realizar no máximo 2 tratamentos em
prunóideas e 3 tratamentos em pomóideas, por cultura e ano, com este ou outro
fungicida do grupo das anilinopirimidinas.
Se durante as 2 horas que se seguem à aplicação do CHORUS 50 WG se verificar queda de
chuva, deve repetir-se o tratamento, pois o produto não teve tempo para penetrar nos orgãos
vegetativos a proteger.
Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais
ATENÇÃO
? Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
? Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo.
? Ler o rótulo antes da utilização.
? Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
? Recolher o produto derramado.
? Eliminar o conteúdo/ embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
? Ficha de segurança fornecida a pedido.
? Contém ciprodinil. Pode provocar uma reação alérgica.
? Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 15
metros em relação às águas de superfície.
Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250
250
A embalagem vazia não deverá ser lavada, sendo
completamente esgotada do seu conteúdo, inutilizada e
colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues
num centro de recepção autorizado.
Embalagens
Embalagens de 1 Kg.
CHORUS 50 WG
Fungicida sistémico indicado para combater os
pedrados em macieira e pereira e moniliose em
pessegueiro, nectarina, damasqueiro, ameixeira e
cerejeira
Formulação / Composição
Grânulos dispersíveis em água (WG) com 50% (p/p) de ciprodinil.
Grupo Químico – Anilinopirimidina
Modo de Ação
O ciprodinil atua ao nível da parede celular dos fungos, bloqueando a bio-síntese da
metionina, um aminoácido essencial. Trata-se de um modo de ação distinto dos fungicidas
baseados em matérias ativas de outras famílias químicas.
Sistemia localizada. Translaminar. Mobilidade interna semelhante aos triazóis.
A substância ativa é absorvida pelas folhas em 2 horas pelo que, passado este período de
tempo, a sua atividade não é influenciada pela pluviosidade.
O comportamento do produto não é afetado pelas baixas temperaturas.
No controlo dos pedrados, apresenta uma uma ação curativa de 2 dias, quando aplicado na
dose de 450 g/ha.
Também apresenta ação anti-esporulante.
Persistência de Ação
Apresenta uma persistência de ação, preventiva, de 7 a 10 dias.
Finalidades / Condições de utilização
Cultura Doenças Concentração (g/hL) Condições de utilização
Intervalo de
Segurança
(dias)
Macieira
Pedrado
(Venturia
inaequalis)
30-50 g/hL
(dose
máxima de
500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo
com as indicações do Serviço
Nacional de Avisos Agrícolas.
Na sua ausência, fazer a 1ª
aplicação ao aparecimento da
ponta verde das folhas e repetir
nos estados de botão rosa ou
de botão branco e prosseguir
até ao fim da floração, ou ao
aparecimento dos primeiros
frutos.
A persistência biológica do
produto é de 7 a 10 dias,
devendo usar o intervalo mais
curto e a concentração mais
elevada em condições de maior
pressão da doença.
Realizar no máximo 3
tratamentos, por cultura e
ano, com este ou outro
fungicida do grupo das
anilinopirimidinas.
21
Pereira
Pedrado
(Venturia
pyrina)
FICHA TÉCNICA
Dezembro 2020 CHORUS 50 WG 2
Pessegueiro
Moniliose
(Monilia
laxa e
Monilia
fructigena)
30-50 g/hL
(dose
máxima de
500 g/ha)
Iniciar as aplicações de acordo
com as indicações do Serviço
Nacional de Avisos Agrícolas.
Na sua ausência, em condições
favoráveis à moniliose das flores
(Monilia laxa) tratar à floração e
à queda das pétalas. Para
proteção da moniliose dos frutos
(Monilia fructigena), tratar ao
vingamento do fruto e
prosseguir os tratamentos até à
maturação dos frutos em
condições favoráveis à doença.
A persistência biológica do
produto é de 7 a 10 dias,
devendo usar o intervalo mais
curto e a concentração mais
elevada em condições de maior
pressão da doença.
Realizar no máximo 2
tratamentos, por cultura e
ano, com este ou outro
fungicida do grupo das
anilinopirimidinas.
Consultar a indústria
transformadora antes de usar o
produto em fruta cuja produção
se destina a processamento
industrial.
7
Nectarina
Damasqueiro
Ameixeira
Cerejeira
Alargamento de espectro para usos menores
Cultura Doenças Concentração (g/hL) Condições de utilização Requerente
Intervalo
Segurança
(dias)
Marmeleiro Moniliose 30 – 50
Aplicar a partir da ponta
verde, quando as
condições forem
favoráveis à doença.
Nº máx. de aplicações: 3
com intervalos de 7-10
dias
APAS 21
Proteção Integrada
Segundo a Diretiva do Uso Sustentável (Diretiva 2009/128/CE) que foi transposta para a
Lei nº 26/2013 (a 11 de Abril), é obrigatória a aplicação dos príncipios gerais da Proteção
Integrada por todos os utilizadores profissionais. Cumpridos esses príncipios gerais, todos
os produtos fitofarmacêuticos autorizados em Portugal, para o combate aos inimigos
das culturas são passíveis de ser utilizados em Proteção Integrada.
LMR
Informação relativa aos LMRs, consultar a informação na página oficial da EU:
https://ec.europa.eu/food/plant/pesticides_en
Modo de Preparação da Calda e utilização
Na preparação da calda deitar metade da água necessária. Juntar a quantidade de produto a
utilizar e completar o volume de água, agitando sempre.
Evitar deixar a calda em repouso.
Calibrar corretamente o equipamento, assegurando a uniformidade na distribuição de calda
FICHA TÉCNICA
Dezembro 2020 CHORUS 50 WG 3
no alvo biológico pretendido.
Calcular o volume de calda gasto por ha em função do débito do pulverizador (L/min), da
velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas).
Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração
indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, adicionar a quantidade de produto
proporcionalmente ao volume de água distribuído por ha, pelo pulverizador, de forma a
respeitar a dose.
O CHORUS 50 WG® não é corrosivo. No entanto, depois de cada tratamento, deve-se lavar o
material de aplicação e passar várias vezes com água simples após a prévia remoção dos
bicos e dos crivos, que devem ser lavados separadamente.
Precauções Biológicas
Para evitar o desenvolvimento de resistências, realizar no máximo 2 tratamentos em
prunóideas e 3 tratamentos em pomóideas, por cultura e ano, com este ou outro
fungicida do grupo das anilinopirimidinas.
Se durante as 2 horas que se seguem à aplicação do CHORUS 50 WG se verificar queda de
chuva, deve repetir-se o tratamento, pois o produto não teve tempo para penetrar nos orgãos
vegetativos a proteger.
Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais
ATENÇÃO
? Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
? Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo.
? Ler o rótulo antes da utilização.
? Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
? Recolher o produto derramado.
? Eliminar o conteúdo/ embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
? Ficha de segurança fornecida a pedido.
? Contém ciprodinil. Pode provocar uma reação alérgica.
? Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem.
? Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 15
metros em relação às águas de superfície.
Em caso de intoxicação contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef: 800 250
250
A embalagem vazia não deverá ser lavada, sendo
completamente esgotada do seu conteúdo, inutilizada e
colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues
num centro de recepção autorizado.
Embalagens
Embalagens de 1 Kg.

































































